Cheirando a calcinha da cunhada

Minha namorada é muito gostosa, é goiana, morena de cabelos lisos e bem longos, tem seios grandes e perfeitos, a bunda é normal, barriguinha de tanquinho e coxas fenomenais.
Ela tem duas irmãs mais novas, uma de 18 anos e outra de 19, igualmente gostosas. O que muda é que essas duas são o contrário dela, tem seios normais, mas grandes bundas empinadas e gostosas, daquelas que param o trânsito.
A do meio é mais reservada, menina normal, namora sério a tempos já.
Já a mais nova, para se resumir em uma palavra, é uma vadia. rsrsrs antes do que aconteceu aqui eu já tinha visto ela pelada várias vezes. Ela fazia de propósito, saia do banheiro com a toalha enrolada no cabelo e mais nada...
Eu namoro minha noiva 6 a anos já, então eu vi minhas cunhadinhas crescerem e iniciarem suas vidas sexuais.
O que vou contar é verídico, e aconteceu com a mais nova, é claro.
Por influência das irmãs, ela começõu cedo na putaria. Na balada sempre "pegava" mais carinhas que as outras porque além de linda e muito gostosa, era bem atirada.
Perdeu o cabaço no primeiro namoro sério dela, três meses com um cara qualquer. O legal é que ela fazia as coisas e vinha conversar com as irmãs (minha noiva e a outra) e eu já era praticamente da família, então frequentava muito a casa e sempre ouvia essas conversas pois eu ficava num quarto e elas falavam muito alto no outro. Num dia desses que fiquei sabendo que ela deu o cuzinho pro namorado antes das outras duas irmãs...(minha noiva só deu o rego pra mim depois que noivamos) mais nova e já tinha dado o cuzinho.. rsrsrs.
Bem, como todo homem normal, eu sempre fantasiei em comer minhas cunhadas, e alimentava minhas fantasias como podia. As duas safadinhas dividiam um quarto e também um banheiro, que por sinal era o banheiro social da casa.
Elas, como quase toda guria nova, não eram um exemplo de organização, e o banheiro vivia cheio de roupas usadas delas, calcinhas, sutiãs, shorts. O cesto de roupa suja ficava nesse banheiro. Certo dia quando entrei, vi o shorts jeans bem curtinho que minha cunhadinha mais nova estava usando a pouco jogado atrás do cesto de roupas sujas, todo enrolado. Não pensei duas vezes, fui pegá-lo e quando chego perto, a calcinha estava junto, enrolada no shorts. Que delícia era aquela. A calcinha estava bem usada, pois ela tinha usado a tarde toda nas baladinhas onde esteve. Era branquinha simples de algodão, e onde fica a bucetinha, estava toda amareladinha de sebinho de buceta gostosa e xixi de moça... rsrsrsrs. Caí de boca, cheirei, esfreguei na cara, lambi.. e por aí vai. Depois dessde dia, sempre fiz isso com todas as calcinhas que eu achava no banheiro, de uma ou de outra, e com os sutiãs também, que sempre ficam com um cheirinho de fêmea inconfundível. Saia do banheiro duro e ia comer minha namorada pensando nas cunhadas.. rsrsrs
Agora vamos ao conto propriamente dito.
Esse "causo" ocorreu da seguinte forma: certo dia estávamos fazendo um churrasquinho na hora do almoço, a família toda, as cunhadas, a mais velha com o namorada, e a novinha safada solteira, além de várias amiguinhas tesudas delas. Para as outras pessoas aquilo era uma festa normal, mas pra mim era um poço de tesão.
Aquele aquele calor todo, aquele monte de fêmeas com roupas curtas e provocantes, o suor, a cerveja gelada, um paraíso pros machos de verdade. Eu estava louco de tesão. Bom, o churrasquinho, que nada mais é que uma desculpa pra tomar muitas cervejas e socializar, entrou tarde a dentro, e no meio da tarde, depois de já ter ido muitas vezes ao banheiro, eu precisei ir novamente. Naquele dia não havia nenhuma calcinha no banheiro pois como haveria visitas que usariam o local, a boa educação manda manter o local em ordem, até o cesto de roupa suja havia sido retirado. Mas no meio da tarde, só tinham ficado os jovens mesmo, eu, minha namorada, as cunhadas e amigas delas e o namorado da outra. Por coincidência pura, eu fui logo depois da minha cunhadinha safada. Ela estava com uma saia jeans curta e uma blusinha de alcinha branca. Simples, mas uma delícia.
Assim que entrei no banheiro me deparei com uma calcinha fio dental preta, lisa, de algodão, pendurada bem em frente ao vaso, naqueles porta toalhas. Na hora eu sabia, a cunhada safadinha estava com calor, foi dar uma mijadinha e resolveu ficar sem calcinha mesmo, pra arejar a xaninha gostosa dela.
Como fui só mijar, como todo bom macho, nem fechei a porta, tava mesmo é torcendo que alguma das putinhas me pegasse com o pinto na mão, então olhei pra porta e vi que ninguém se aproximava e cheirei a calcinha.
CARALHO! O que era aquele cheiro??? Olha, como eu disse, já tinha cheirado as calcinhas delas várias e várias vezes, em várias situações diferentes, calcinhas bem usadas, calcinhas usadas pra dormir, calcinhas usadas na escola, de todo tipo, mas nunca tinha sentido aquele cheiro. Não tenho como explicar, meu pau ficou duro na hora. Era um cheiro diferente dos outros.
Eu acho que naquele dia tinha ocorrido a mistura perfeita entre cheirinho de bucetinha, suor, e um pouquinho de xixi de fêmea no cio. Se eu pudesse ter um frasco daquele cheiro, eu pagava um bom preço por ele.
Dei só mais uma cheirada e voltei pra roda de conversa.
Mas não consegui mais tirar a calcinha da cabeça. A tarde foi passando e toda vez que eu ia no banheiro, eu cheirava a calcinha e ficava com mais tesão ainda. O tesão era tanto que eu tinha me decidido, pouco antes de ir embora, independente das circunstâncias, eu ia pegar aquela calcinha pra mim, ia roubá-la.
E então a noite chegou e combinamos de ir tomar um tererê (pra rebater a cerveja) numa praça muito movimentada aqui da cidade. Iríamos direto dali mesmo, como estávamos. Enquanto nos preparávamos, várias pessoas foram ao banheiro, então eu soube que aquele era o momento perfeito. Se eu pegasse a calcinha naquela hora, eu seria o último dos suspeitos. Era mais fácil elas pensarem que uma "amiga" roubou a calcinha pra usar mesmo..rsrsrs
Então todos saímos dali e fomos para a frente da residência para pegar os carros e ir até essa praça.
Dando uma de joão sem braço, no último minuto eu falei, “ - perae, tenho que ir no banheiro.” Aí foi aquela moage, todo mundo falando "aaaahhh... mas é enrolado mesmo viu" e blá blá blá.
Aí eu falei:
"- Podem ir na frente, vai todo mundo que eu já vou... vai amor, vai com a sua irmã, daqui a pouco estou lá."
Eu adorei a situação, todo mundo ia sair da minha cola, eu ia pro banheiro, ia cheirar e lamber aquela calcinha deliciosa e bater uma bela punheta antes de ir.
E assim foi. Fui até o banheiro que nem um jato.. mas resolvi não me descuidar.. enquanto já fui cheirando a calcinha com a porta aberta mesmo eu prestei atenção no barulho dos carros. Então pude perceber que todos já tinha ido. Não havia mais som nenhum.
Pronto, eu estava sozinho, peguei a calcinha, virei de frente pro vaso, e comecei a esfregar ela na cara e passar a mão no pau por cima da bermuda mesmo. Cheirei, lambi, e então, de repente minha cunhada mais nova entra no banheiro e solta um sonoro "nossa fulano, o que você tá fazendo?? hahahaha".. dando muitas risadas. Eu fiquei tenso, mas só me virei de frente pra ela com uma mão na calcinha e outra no pau e resolvi inverter a situação e soltei:
"- Porra Camila, o que VOCÊ tá fazendo??? Você não foi com eles não?? Tá doida??"
Aí ela fala rindo alto:
"- Eu tinha que mijar tbm, aí todo mundo já foi e é pra eu e você irmos juntos. Mas você tava cheirando minha calcinha?? hahahaha"
Nesse momento, se eu estivesse em sã consciência, eu iria negar até a morte, inventar uma desculpa, e ia sair logo do banheiro pra encerrar a conversa. Mas eu estava meio embriagado, com a cara cheia de cachaça e louco de tesão com o pau duro que nem pedra, não pensei direito e respondi grosseiramente
"- Tava sim, delícia essa buceta sua hein. Cheirosa pra caralho!"
Ela riu mais alto ainda e disse:
"- É mesmo? e tem cheiro de que?"
Eu emendei:
"- Sei lá, de buceta, de sexo, sei lá, só sei que é muito gostoso, fico com tesão!"
Falei isso apertando o pau e mostrando pra ela.
Para minha surpresa e alegria geral, como boa vadiazinha que minha cunhadinha mais nova é, ela fez a proposta indecente. Curta, grossa e safada:
"- Então chupa minha buceta aqui vai!"
Ela disse isso entrando no banheiro e fechando a porta. Então ela colocou a perna direita em cima do vaso, puxando a calcinha pra cima, deixando aquela delícia de buceta toda a mostra. Depiladinha ao estilo "bigodinho de hitler", e rosada, naquela pele branquinha de pêssego que ela tinha.
Me ajoelhei na frente dela e caí de boca. Coloquei as duas mãos naquela bunda magistral dela e empurrei a xana em direção a minha cara. Ela fez o mesmo, apoiou uma mão na parede e a outra agarrou meus cabelos e ficava pressionando contra sua xana. Eu lambia de cima a baixo, enfiava a cabeça embaixo das pernas dela, quase chegando do cuzinho e voltava pra cima, lambendo tudo, o grelinho, os grandes lábios e a entradinha da grutinha dela. Fiquei enfiando a língua na portinha até que ela fala:
"- Perae que tenho que mijar"
Ela saiu do jeito que estava e se posicionou em pé mesmo em cima do vaso, de frente pra parede e com a bunda mirando bem na minha cara. Rá, não pensei duas vezes, enquanto ela ainda mijava e enfiei a cara bem no meio da bunda dela, passei a cara toda naquele cuzinho, e comecei a lamber e enfiar a língua naquele rego lindo e apertado. Dava mordidas na polpa da bunda e lambia o buraquinho. Até que ela terminou de mijar e falou, voltando a posição original:
" - Vai, chupa minha buceta que to quase gozando"
Nossa, o cheiro e o gosto daquela fêmea já era magistral, mas logo depois que ela tinha acabado de
dar uma bela mijadinha então, ficou o paraíso. A bucetinha ficou mais quentinha do que já estava, e muito mais molhadinha, então eu esfreguei todo o meu rosto ali, e comecei a lamber freneticamente. Mas então resolvi dar prazer a ela. Fazê-la gozar. Me concentrei no clítoris, comecei a lambê-lo de cima para baixo e em movimentos circulares, enquanto ao mesmo tempo enfiava dois dedinhos na grutinha encharcada da minha cunhada putinha.
Não demorou muito e ela começou a puxar os meus cabelos com tanta força que eu achei que ela ia arrancar todos. Começou a gemer como um cadela no cio e então soltou um grito louco que logo sumiu... enquanto eu chupava pude ver que ela jogou a cabeça pra trás e largou meus cabelos.. ela estava mole... rendida ao prazer do gozo que minha língua tinha dado a ela.
Só aquele momento já estava demais pra mim.. se ela virasse as costas e fosse embora, eu bateria a melhor punheta da minha vida ali e ainda sim estaria contente. Mas ela era uma vadia completa, e falou me puxando pra cima:
"- Deixa eu chupar seu pau agora..."
Então eu levantei e ela já foi se abaixando e tirando minha bermuda e cueca, conduzindo tudo. Mas ela fazia tudo isso não com naturalidade, ela fazia como se estivesse em dívida comigo, e precisasse
me proporcionar uma gozada. Com a cara meio fechada, eu com a bermuda e a cueca nos joelhos, ela foi direto, sem enrolação.
Ficou de frente pro meu cacete duro, deu uma cuspida gigante nele que melou tudo, até minha barriga, e começou o melhor boquete que já tive na vida. E olha que já paguei profissionais pra isso.
Ela praticamente batia uma punheta com a boca. Fazia movimentos rápidos e engolia até o talo, pra frente e pra trás. Enquanto que com a língua ela estimulava a cabeça.
Percebi que ela aguentava bem e então resolvi foder aquela boca. Peguei ela meio pelos cabelos, meio pelas orelhas e comecei a bombar, nisso ela tira as mãos de mim e se apoia no chão pra poder suportar as bombadas fortes sem se desequilibrar.
Mais uns dois minutos naquele ritmo e eu não aguentei mais: gozei. Jorrei um litro de porra na garganta dela e urrei que nem um cavalo de raça. Fiz questão de dar um gemido louco daqueles, pra ela saber que tava com um macho de verdade, e que tinha deixado ele louco.
Dei as últimas estocadas e então fui tirando devagar o pau da boca dela... então ela engole tudo, fez até barulho de engolida.
Ela se levantou, abaixou a saia, ajeitou a blusa, foi até a pia, passou uma água no rosto e na boca, se secou na toalha de rosto, se olhou no espelho, arrumou os cabelos, deu mais uma arrumada na roupa e saiu, sem uma palavra.
Eu ainda de calças arriadas, fechei a porta do banheiro e fui até a pia também. Lavei bem o rosto com sabonete, me sequei e passei a toalha de rosto na pica, no saco e na barriga, joguei ela no chão
vesti a bermuda e saí. Mas antes, coloquei a minúscula calcinha que começou tudo aquilo no bolso.
Entramos no carro e o climão ficou meio estranho, o percurso todo não trocamos uma palavra sequer. Perto de chegar falei:
"- Peguei aquela sua calcinha pra mim tá?"
E ela:
"- Beleza"
Chegamos no local como se nada tivesse acontecido e assim foi.
Isso tem quase um ano que ocorreu. Nunca mais falamos sobre isso. Depois pelas circunstâncias da vida, nunca tive a chance de abordar ela e intimá-la para um trepada de verdade, que tenho certeza que ela aceitaria.
Só quem tem cunhada gostosa sabe o que é isso.
Espero que tenham gostado, tentei descrever como aconteceu da melhor forma possível.
Abraços.

Esse conto foi publicado aqui com a permissão do autor AgroBoy
Quem quiser contato com o autor: advsnp@hotmail.com

Publicado originalmente no site Casa dos Contos
http://www.casadoscontos.com.br/

Obrigado pela colaboração.


4 comentários:

Claudio cesar silva da silva disse...

eu adoro bater uma punheta na calcinha de mulher casada ja fiz isso em varias.ate de mulheres coroas gostosas.

nivaldo junior disse...

amigo vou te contar eu tbm tinha uma cunhada gostosa ke não perdoava nenhuma calcinha dela ate roubei varias dela

Claudio cesar silva da silva disse...

quero mais fotos de calçinhas de casadas usadas....claudiocesarsilvadasilva2@gmail.com

Pascoal Silva disse...

Posta mais fotos das calcinhas da cunhada aí.

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